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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Novena 2016

3º Dia: Devoção à Virgem Maria
         “O fato de que Nosso Senhor não esteja em tantos corações, deve-se a que a Virgem Imaculada não seja suficientemente amada e conhecida” (São Luiz Maria).
         Maria é, sem dúvida, o caminho mais curto para se chegar a Deus. Foi por meio Dela que Ele quis chegar até nós e não será sem Ela que Ele nos levará a si! Ana “ainda no colo da mãe, aprendeu a amar muito Nossa Senhora” “com incessante confiança e terno afeto elevava continuamente os olhos a Maria e a contemplava como modelo de todas as virtudes.” (Const. 16, 3)
         A devoção à Santíssima Virgem nos leva a contemplar os mistérios da vida de Cristo com o seu mesmo olhar, como ela, a Virgem Santa, os contemplava deste modo a Madre Ana contemplava a gruta de Belém e sabendo que não podia ser mãe do Menino que amava, desejava ao menos ser-lhe a nutriz e segui-Lo até o Calvário porque Maria foi, “Mãe do belo amor, de Belém até ao Calvário... Maria experimentou, ao longo de toda a sua vida, os valores que são os da consagração religiosa.”
Jamais se ouviu dizer que um filho de Maria tenha sido por ela desamparado, esta terna Mãe não cessa de nos favorecer, a Madre Ana movida pela gratidão e pelo profundo amor, “gostava de visitar as igrejas dedicadas a Nossa Senhora... abria o Seu coração à Mãe Celeste, apresentava-lhe as suas aspirações e desejos e desabafava com Ela as aflições do coração, recebendo sempre luz, conforto e coragem para enfrentar tudo e continuar.”

         “Não temas receber Maria!”

domingo, 31 de janeiro de 2016

Novena 2016

2º Dia: Perseverança na oração
“Apesar das muitas ocupações e fadigas que o seu trabalho comportava Ana com a sua surpreendente capacidade organizativa, sabia encontrar tempo para cultivar o seu espírito, na oração e na contemplação...”
A oração é a alma de todo apostolado fecundo, porque é o amor que se cultiva aos pés do Senhor que é semeado nos corações daqueles que trazem em si os traços da imagem e semelhança do Senhor, que chamou os Apóstolos para que estivessem com Ele e depois os enviou para anunciar. Com a Madre Ana não podia ter sido diferente. A oração foi nos momentos mais importantes e decisivos de sua vida o seu firme apoio, “em verdade Ana fazia tudo para Deus e para sua glória...”
“Aquilo que havemos de tirar da oração hão de ser os afetos e desejos santos que se formam primeiro interiormente no coração para que depois a seu tempo saiam em obras.” Isso faz com que a oração não seja um momento isolado durante o dia, mas que seja contínua e se transforme e atos no dia a dia.
A Madre Ana aprendeu a ver em tudo a vontade do Senhor, “a oração era o meio que a conduzia ao encontro pessoal com Jesus...” por quem nutria um grande amor, Ele “era o seu Esposo, ela o amava com todo o seu coração, não admitindo nenhum outro afeto.” Como pode a esposa não dedicar tempo ao Esposo?!

Nós “consagradas mais intimamente a Deus por meio dos Conselhos Evangélicos... aprendamos na oração, a exercer o culto espiritual... de modo a nos tornarmos, nós mesmas, sacrifícios espirituais sempre mais agradáveis a Deus no qual buscamos toda a alegria de coração” (Const. 71, 3).

sábado, 30 de janeiro de 2016

Novena 2016

1º Dia: Madre Ana modelo de virtudes
“Criatura maravilhosa, cinzelada obra prima da graça e da natureza, pela sua grade humildade, quis ficar sempre escondida durante a vida e até depois da sua morte. Ela procurou, na vida não fazer barulho, mas fazer o bem, numa atitude de humildade evangélica e de serviço.”
Compreendendo o sentido profundo do batismo que é o chamado à santidade, a Madre Ana durante a sua vida procurou crescer em virtude a fim de alcançar a coroa da glória e poder cantar o canto dos eleitos, mas isso não sem a plena consciência de que “era pecadora, portanto, estava sempre em atitude de conversão e de questionamento espiritual.”
“O mistério de Belém e de Nazaré é aquele do humilde escondimento do Senhor” (const. 13, 1). O Amor é silencioso e a Madre Ana entendeu e viveu este silêncio fecundo e não só o viveu como o ensinou e continua a mantê-lo vivo na Congregação, certamente não por si mas pela força do mesmo Espírito que nela agia.

Somos chamadas a imitar este sublime exemplo de virtude porque “uma filha não pode agradar tanto à sua Madre, quanto imitado as suas virtudes...” (Pe. Cósimo) Faremos isso não buscando grades coisa porque ‘sabemos de não ter sido chamadas a cumprir as grades obras, mas aquelas mais comuns e de pouco valor porque toda obra é grade não por si mesma, e sim pala presença do Senhor que lhe confere valor infinito (Const. 13, 4).”

quinta-feira, 2 de julho de 2015

343 Anos de fundação! Quanta alegria!

"O que quero é a totalidade da vida, escondida na miudeza de cada instante!" (Tempo de esperas- Pe. Fábio de Melo)
Hoje é um dia de festa, de jubilosa alegria para a nossa Congregação das Irmãs Oblatas do Menino Jesus. Há 343 anos atras, neste dia, reunidos na capela da casa o Pe. Cósimo a Madre Anna e 12 jovens escolhidas davam inicio, oficialmente, a esta obra que chega aos nossos dias e continua atraindo e fazendo com que o Santíssimo Menino Jesus, encanto dos olhos dos fundadores, nasça e cresça nos corações.
Sou uma jovem religiosa, fui seduzida por este Pequenino... O encontrei na simplicidade, e quando menos esperava, quando meu coração estava dividido entre o zelo pelas coisas santas e a atração pelos caminhos oferecidos pelo mundo, hoje... quem diria! Sou esposa!
Busco a "totalidade da vida", que se esconde na pequenez, na "miudeza de cada instante", e quem melhor que o Menino Jesus poderia ensinar-me a ser feliz na simplicidade, Ele que sendo o Sumo Deus, rico e a própria riqueza, se fez pobre, e escolheu nascer em meu coração!
Ah, como poderia meu amado Menino buscar algo fora de Ti?!
De fato, a felicidade não está na grandeza, no poder, e no ser... Sou feliz, e encontro a felicidade no que os homens desprezam; tenho paz, e não preciso de guerras; vivo, ansiando pelo dia em que poderei vê-l'O e morro pela demora deste dia!
#VenhaSerOblata!
A TODAS AS MINHAS IRMÃS, PARABÉNS! Sejamos fieis Àquele que em momento algum nos desamparou!
Ir. Maria Elisângela, OMJ

terça-feira, 2 de junho de 2015

Carta de uma jovem


Descobrir aquilo  que Deus quer de cada um de nós é o maior acontecimento que se pode dar em nossas vidas e na resposta a este chamado está o segredo da nossa felicidade.
Ser aquilo que Deus quer que sejamos.