domingo, 31 de janeiro de 2016

Novena 2016

2º Dia: Perseverança na oração
“Apesar das muitas ocupações e fadigas que o seu trabalho comportava Ana com a sua surpreendente capacidade organizativa, sabia encontrar tempo para cultivar o seu espírito, na oração e na contemplação...”
A oração é a alma de todo apostolado fecundo, porque é o amor que se cultiva aos pés do Senhor que é semeado nos corações daqueles que trazem em si os traços da imagem e semelhança do Senhor, que chamou os Apóstolos para que estivessem com Ele e depois os enviou para anunciar. Com a Madre Ana não podia ter sido diferente. A oração foi nos momentos mais importantes e decisivos de sua vida o seu firme apoio, “em verdade Ana fazia tudo para Deus e para sua glória...”
“Aquilo que havemos de tirar da oração hão de ser os afetos e desejos santos que se formam primeiro interiormente no coração para que depois a seu tempo saiam em obras.” Isso faz com que a oração não seja um momento isolado durante o dia, mas que seja contínua e se transforme e atos no dia a dia.
A Madre Ana aprendeu a ver em tudo a vontade do Senhor, “a oração era o meio que a conduzia ao encontro pessoal com Jesus...” por quem nutria um grande amor, Ele “era o seu Esposo, ela o amava com todo o seu coração, não admitindo nenhum outro afeto.” Como pode a esposa não dedicar tempo ao Esposo?!

Nós “consagradas mais intimamente a Deus por meio dos Conselhos Evangélicos... aprendamos na oração, a exercer o culto espiritual... de modo a nos tornarmos, nós mesmas, sacrifícios espirituais sempre mais agradáveis a Deus no qual buscamos toda a alegria de coração” (Const. 71, 3).

sábado, 30 de janeiro de 2016

Novena 2016

1º Dia: Madre Ana modelo de virtudes
“Criatura maravilhosa, cinzelada obra prima da graça e da natureza, pela sua grade humildade, quis ficar sempre escondida durante a vida e até depois da sua morte. Ela procurou, na vida não fazer barulho, mas fazer o bem, numa atitude de humildade evangélica e de serviço.”
Compreendendo o sentido profundo do batismo que é o chamado à santidade, a Madre Ana durante a sua vida procurou crescer em virtude a fim de alcançar a coroa da glória e poder cantar o canto dos eleitos, mas isso não sem a plena consciência de que “era pecadora, portanto, estava sempre em atitude de conversão e de questionamento espiritual.”
“O mistério de Belém e de Nazaré é aquele do humilde escondimento do Senhor” (const. 13, 1). O Amor é silencioso e a Madre Ana entendeu e viveu este silêncio fecundo e não só o viveu como o ensinou e continua a mantê-lo vivo na Congregação, certamente não por si mas pela força do mesmo Espírito que nela agia.

Somos chamadas a imitar este sublime exemplo de virtude porque “uma filha não pode agradar tanto à sua Madre, quanto imitado as suas virtudes...” (Pe. Cósimo) Faremos isso não buscando grades coisa porque ‘sabemos de não ter sido chamadas a cumprir as grades obras, mas aquelas mais comuns e de pouco valor porque toda obra é grade não por si mesma, e sim pala presença do Senhor que lhe confere valor infinito (Const. 13, 4).”

sábado, 2 de janeiro de 2016

Ser Oblata...

Ser Oblata...
Eis nossa grande Missão...
 levar Jesus Menino aos corações daqueles que se aproximam de nós!


Artista: Liz de Souza (Obrigada Liz, você leva Jesus Menino a muitos corações com a sua arte!)