segunda-feira, 6 de junho de 2016

Ester: decidida
qualquer um que entrar sem ser chamado na câmara interior do palácio,está condenado à morte, com exceção àquele para o qual o rei estender o cetro de ouro [...]. "Quem sabe se não foi para essas circunstâncias que chegaste à realiza" [...]. "Irei ter com o rei. Se houver de morrer, morrerei". (Et 4)
Diante do edito que decretava o aniquilamento de seu povo, Ester decide, ainda que correndo o risco de morrer, interceder pelo povo, diante do rei. Já se viu, quem era Assuero, um homem inconstante, inclinado a seus próprios caprichos, indiferente à dor ou a dignidade do outro, mesmo que tal pessoa fosse a rainha!
Ester, porém, confia no Senhor e em seus desígnios, estes que  a tiraram da casa de sua família para o arem do rei e daí à realeza.
A confiança e o abandono em Deus fazem-se essenciais no caminho de discernimento da vontade de Deus, por que na verdade é Ele quem conduz tudo, à medida que cada pessoa deixa-se conduzir.
Às vezes se teme a vontade de Deus porque aos olhos humanos parece um perder a vida, porém, não é o querer de Deus o melhor para cada pessoa?!
Quando se trata de vocação, arriscar é uma aventura quase inevitável!
Arrisque-se, pois!

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