segunda-feira, 9 de maio de 2016


Ester
Ester foi levada junto ao Rei Assuero, a seu palácio. O rei amou-a [...], e ganhou ela as graças e o favor real mais que todas as demais jovens. tanto que o Rei colocou sobre sua cabeça o diadema real e a fez rainha em lugar de Vasti (Et 2).
Ester é uma jovem virgem, órfã, que foi criada por um tio que a amava muitíssimo e que a cuidou como se fosse sua filha e por ela velou mesmo depois que esta, por decreto de Assuero, foi levada ao palácio para o arem do Rei.
Algo importantíssimo, e que chama a atenção em Ester, é o fato de que ela conquistou as boas graças não só do Rei, a ponto de ser coroada rainha, mas dela se diz que "por onde passava conquistava as boas graças de todos que a viam" (Et 2,15). Ester possuía algo, que parece ser raro em nossos dias: CONVICÇÃO. Ester era quem era diante de Deus e diante dos homens, sua vida e jeito de ser, falam por si só.
Muitas vocações se perdem por falta de convicção. Os jovens vocacionados, por medo de assumir o chamado do Senhor- que é dom para todos- seja no seio da família, seja entre seus amigos, acaba não conseguindo dar uma resposta ao chamado.
A convicção é a virtude que nos leva a crer que, se Deus chama, Ele também dá a graça, é ela que faz a pessoa assumir a vocação como dom para si e para os demais e a vivê-la como caminho de felicidade único e irresistível, para a glória de Deus e salvação das almas.
Às vezes a pessoa pode não compreender o porquê do que Deus lhe pede, assim  como pode-se imaginar que Ester, a princípio não compreendia, isto porém não a fez um pessoa infeliz ou revoltada com Deus que permitiu que ela fosse tirada de sua família para satisfazer os prazeres do rei. ela ao contrário cofiou em Deus que de tudo tira um bem infinitamente maior.
Ainda que não compreendas os desígnios do Senhor, confia, Ele tem o melhor para ti!

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