segunda-feira, 28 de março de 2016


Sansão
Havia em Sorá um homem, cuja mulher era estéril. O anjo do Senhor apareceu-lhe e disse-lhe: “conceberás e darás à luz um filho. Esse menino será o nazareno de Deus desde o seio de sua mãe” [...]. Ela deu à luz um filho e pôs-lhe o nome de Sansão. O menino cresceu e o Senhor o abençoou (Jz 13).
É próprio o ser humano se esquecer que foram as mãos de Deus que nos formaram, que Ele pensou em cada detalhe do nosso ser. O anjo, nesta passagem, anuncia não só o nascimento de Sansão, mas também sua eleição. Se todo nascimento fosse precedido de um anuncio celeste, com ele também viria o da eleição, pois em todos os casos narrados na Sagrada Escritura, foi assim, porque a toda pessoa Deus chama, porque a todos Ele plasmou com um desígnio de amor.
Deus chama e abençoa desde o seio, sem tirar, contudo, a liberdade de cada pessoa, mas é preciso dizer que a felicidade depende da adesão pessoal ao plano salvífico do Senhor, à vocação que ele escolheu para cada ser humano que modelou.

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