8º Dia: Amor que
transborda e contagia
Sabe-se que
os fundadores sempre zelaram pela caridade fraterna e que “uma maravilhosa
harmonia reinava entre elas- as primeiras Oblatas- e cada uma cumpria o seu
dever na obediência e no respeito à Madre, que por sua parte, precedia a todas
com o exemplo das suas virtudes e as estimulava e acompanhava com os seus
amorosos conselhos”.
“O amor que elas tinham para com Jesus
suscitava o grade desejo de trabalhar no mundo pra que Ele fosse amado pelos
homens. E considerando a aniquilação que o Filho de Deus sofreu, de Belém até o
Calvário, para a salvação das almas, sentiam-se fortemente estimuladas a se
darem a si mesmas, totalmente, pra cooperar com Ele na obra da salvação,
dedicando-se ao apostolado.”
Mais de três séculos depois, o Senhor ainda
suscita almas que empolgadas pelo mesmo ideal, se deixam contagiar pelo carisma
doado pelo Santo Espírito à Madre Ana e ao Pe. Cósimo, buscando a santidade e
nutrindo no coração o desejo de um dia “ser cheias de bons desejos, adiantadas
na vida espiritual, desprendidas das vaidades deste mundo, exercitadas na
virtude, prontas na obediência, aplicadas, de coração à oração mental, à
mortificação, ao recolhimento e ao silêncio; desejosas e anelantes da Perfeição
Evangélica” (Pe. Júlio Natalini).

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