7º Dia: Aceitação da
Cruz
“A virtude
não se improvisa, qualquer pessoa que queira seguir a Deus e cumprir as obras
de bem, pode chegar à plena realização e gloria, somente após ter subido até a
sumidade do Calvário, à semelhança de Cristo.”
A Madre Ana
colocou sempre a sua vida nas mãos do Senhor e a aceitação da cruz era a
expressão de sua total confiança, porque sabia que não estava sozinha e era
capaz de descobrir assim o valor do sofrimento: “abandonava-se totalmente em
Jesus, crucificado, aceitando e oferecendo a Ele, com amor sempre maior, tudo
aquilo que a fazia sofrer, na certeza de que isso realizaria a sua purificação
espiritual e a sua santificação.”
O sofrimento
em sua vida foi sempre motivo de santificação e entrega, de desprendimento da
terra e elevação do seu coração ao amor de Deus “tudo que me está acontecendo é
Vossa permissão, Senhor, e sem dúvida, para o meu bem...” (Madre Ana) “Os
numerosos sofrimentos tinham suavizado o seu caráter, e as muitas
contrariedades a tinham desprendido sempre mais da terra, elevando-a par o
eterno”.
“Tinha
aprendido a não confiar muito nos homens, mas a colocar somente em Deus toda a
sua confiança” porque “a Cruz não faz vitimas, faz SANTOS!”

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