6º Dia: Contemplação do
mistério de Belém
“Ana nutria,
desde menina, uma grade e excepcional ternura para com o Menino Jesus. Nele
entrevia o símbolo de um ideal incomparável, de ingenuidade e de inocência, que
se esforçava por imitar.”
São João
lançou um “olhar de águia” sobre toda a vida de Cristo, vendo em cada detalhe o
infinito amor do Senhor, de tal modo que não se cansava de proclamar que “Deus
é amor.” Os fundadores por inspiração do Santo Espírito, o Amor de Deus,
lançaram este “olhar de águia” sobre pontos específicos da vida de Cristo,
assim a Madre Ana e o Pe. Cósimo deixaram-se conquistar pelo Menino Jesus
fazendo-O Objeto do seu amor.
As Irmãs Oblatas
do Menino Jesus “adorando o Filho de Deus que quis nascer de uma mulher,
contemplando o seu amor infinito no semblante de um ‘Menino envolto em faixas e
deitado numa manjedoura’, escutam seu convite para se tornarem mansas e
humildes de coração, e imitam a sua submissão e laboriosidade na Sagrada
Família” (Const. 6, 2).
A Madre Ana
sabia que a fé verdadeira se prova nas obras e por isso o amor que cultivava
pelo Menino Jesus se tornava sempre mais vivo em seu coração virginal e tomava
forma e substancia nas obras de apostolado. Buscava que Cristo fosse conhecido
e amado, reconhecendo-O no semblante de cada irmão, o seguia de Belém ao
Calvário.

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