5º Dia: Vivência dos
votos
Os votos são
expressão da total liberdade. O Senhor que elege, separa e chama, cobre a cada
uma com as insígnias de esposa sua, dando a graça de tê-Lo como único amor, para
n’Ele amar a todos , como único tesouro e Senhor . Assim a Madre Ana tinha
entregado o Seu coração ao Senhor, e antes mesmo de fundar a Congregação já
tinha feito, com a permissão do Pe. Cósimo, os votos de Castidade, Pobreza e
Obediência.
“Meu Deus
depois que me circundastes com tantas finezas de amor, como poderia procurar as
coisas da terra! Vós sois o meu Bem... Vós sois para mim Honra, Riqueza e
motivo de satisfação profunda.” O seu coração estava inteiramente consagrado ao
Senhor de modo que sua consciência delicada era capaz de perceber a menor
sombra de ameaça à sua consagração. Levava uma “vida de contínua tendência à
santidade. Por causa desse amor para o qual convergia todo o seu ser, ela
guardou sempre intacta a sua virgindade... porque ela enfrentava e dominava,
com as armas da oração, dos Sacramentos e da mortificação e penitência” todas
as ciladas e insídias do mal. “O seu coração era desprendido das coisas da
terra” e não admitia que a obediência fosse esquecida.
“conceda-vos
o Senhor grande fidelidade... como convém a almas empolgadas pelo ideal da
beleza espiritual e irradiando da vossa santa convivência o bom odor de Cristo,
não como escravas sob o julgo da lei, mas como mulheres livres sob o influxo da
graça” (Reg.48).

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