9º Dia: Madre Ana
Oblata do Menino Jesus.
“Logo me irei deste
mundo. Pedi a Jesus que tenha piedade da minha alma.”
Alma
inteiramente consagrada a Deus, a Madre Ana levou a sua oblação até o fim.
Aquilo que ela aprendia pela contemplação estando aos pés do Senhor seja com os
olhos na Gruta de Belém, seja aproximando-se do Coração Chagado, ela o
praticava em cada pequeno ato e porque foi fiel no pouco, nos pequenos detalhes
da vida quotidiana o Senhor lhe concedeu o muito “no seu rosto, ficava uma
expressão de sorriso, fruto de uma certeza: entrar na plenitude da Riqueza,
prometida a quem ‘perde a sua própria vida por causa do reino’ (Mt 16, 25). Eis
o modo supremo de realizarmos a nossa oblação: “perder a própria vida” e disso
toda a vida da Fundadora é expressão. “Ó meu caro Jesus, quanto me seria
agradável e gaudioso dar por vós o sangue e a vida... mas como não me chamastes
a países infiéis para ganhar a palma do martírio, a substituirei com as boas
obras: com a humildade, com a pureza, com a paciência , com a caridade, com
todas as virtudes.”
“As ‘convittrici’ devem ser luz do mundo e sal
da terra, conhecer e fazer-se conhecer com a alma destacada de todos os
interesses e fins mundanos, dedicadas unicamente à glória de Deus e ao
benefício espiritual das almas reunidas pelo Sangue preciosíssimo de Jesus. Não
devem estar imersas continuamente nos afazeres e ocupações mundanas, mas não
devem também repousar-se sempre numa ininterrupta meditação... (DCE 175).

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