segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Eles também foram chamados!

Gedeão

Veio o Anjo do Senhor e sentou-se [....] Gedeão estava limpando o trigo [...] O Anjo disse-lhe: "O Senhor está contigo valente guerreiro! [...] Vai com essa força que tens e livra Israel dos madianitas. Porventura não sou eu que te envio? [...] Eu estarei contigo e tu derrotaras o madianitas como se fossem um só homem" (Jz 6).
Imperscrutáveis, de fato, são os caminhos do Senhor. Ele escolhe o fraco aos nossos olhos. Diante da eleição, Gedeão declara-se impotente sedo sua família a última e ele o mais novos dos filhos. 
Certamente, em muitos de nós também surge tal sentimento diante do chamado, pois sabemos de nossas fraquezas e assim como a Gedeão a gloria de Deus parece grande de mais aos nossos olhos.
Surpreendente é ainda a reposta do Senhor à nossa tentativa de fuga: "Não sou eu que te envio?" 
Eis o nosso erro e engano, acreditar que Ele usará somente as nossas forças. Não! Ele também sabe quem somos, formou-nos com suas próprias mãos, é capaz de ver o nosso barro. É Ele quem nos envia e pede que participemos em sua obra, nos dará também os meios, a graça e a força. 
O melhor de tudo é a garantia que o Senhor oferece como certeza de vitória: "Eu estarei contigo..." Que grande alegria é poder estar com Ele, que prêmio maior poderia alguém querer, e quem se importaria com vitória ou derrota tendo a certeza de estar com o Senhor?!
Quando a fraqueza nos pesar e parecer  que o inimigo a nos oprimir é grande de mais, lembremo-nos que Ele está conosco e derrotaremos a tudo como se nada fosse, se confiarmos n'Ele que é a nossa força e vitória. 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Em Oliveira: Encontro da Pastoral Vocacional com os crismandos

Anualmente a Pastoral vocacional realiza quatro encontros com os crismandos, hoje realizamos o quarto encontro da PV com os adolescentes da Crisma da Paróquia São João Bosco. Marcaram presença o gupo JAP da paróquia São João Bosco, o EJV o grupo de jovens inteparoquial e os seminaristas do seminário Propêdeutico São José.
Os crismandos tiveram a oportunidade de estar em maior contato com os jovens que já tendo crismado permaneceram em Cristo e são felizes.
Obrigada pelo testemunho de vocês!









































segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Eles também foram chamados!

Débora

Naquela época, a profetiza Débora, era juíza em Israel [...], e os Israelitas iam ter com ela para que julgasse suas questões. (Jz 4)
Deus suscitou juízes que julgavam as causas do Povo e eram instrumentos de Deus, portadores da sua graça e palavra.
Débora, uma das figuras femininas significativas na Sagrada Escritura, era juíza e sua presença se apresenta para Barac como sinal de segurança da proteção de Deus no combate.
Débora é apenas uma dentre muitos juízes, algo porém que não pode passar despercebido é a característica que descreve o Povo durante todo o livro dos juízes: "os israelitas fizeram o mal aos olhos do Senhor".
Quando os israelitas faziam o mal diante do Senhor, Ele os entregava à mão dos inimigos, não por ser infiel ou vingador, mas ao contrário, para que o Povo percebesse que Ele permanecia fiel e que só podiam encontrar felicidade na bondade e no amor de Deus.
Existem momentos em nossa caminhada vocacional que Deus permite que experimentemos nossa fraqueza para podermos perceber que estamos caminhando longe d'Ele. E em alguns destes momentos podemos pensar que o que estamos fazendo não é mal e nem prejudicial a ninguém, assim como o Povo não era em si mal, mas não estava fazendo a vontade de Deus.
Por mais que não compreendamos, ou queiramos fugir à vontade de Deus, a fidelidade ao seu amor é sempre o melhor que nos pode acontecer.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

JARDIM DE INFÂNCIA MENINO JESUS RUMO AOS 40 ANOS!

Neste ano de 2015 o Jardim de Infância Menino Jesus completa seus 40 anos de história na educação em Brazlândia. Rendemos graças a Deus por tantas Irmãs, Funcionários, pais e alunos que por aqui passaram construindo essa história juntos!
Santíssimo Menino Jesus, continuai a abençoar cada um de nossos alunos e a ajuda-nos a ensiná-los o Caminho que conduz à Verdade. Amém.



Sou Oblata sou feliz!


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Em Oliveira: 1ª Tarde de louvor

"Alegrai-vos nos Senhor!"

Como é bondoso o Senhor que nos reúne em seu amor!
No último sábado, dia 07 de fevereiro, a equipe EJV e a Pastoral Vocacional de Oliveira, realizaram a primeira "Tarde de louvor", com o tema "Alegrai-vos no Senhor", conforme os insistentes pedidos de Sua Santidade o Papa Francisco, e também fazendo menção ao tema e lema do Ano da Vida Consagrada.
O objetivo da "Tarde de louvor" é reunir a força jovem da diocese em uma experiencia de oração e louvor com um estilo todo jovem, e foi proposta pela Comissão diocesana de pastoral vocacional a fim de promover a "Cultura vocacional", entre os jovens.
Rezemos para que os jovens continuem empolgados e que a próxima seja ainda melhor!



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Eles também foram chamados!

Fidelidades e infidelidades

Os isralitas fizeram o mal aos olhos do Senhor, esqueceram-se do Senhor, seu Deus, e serviram baal [...]. O Senhor suscitou um libertador para salvá-los(Js 3).
Parece uma afronta ver que o povo que Deus escolheu, guiou pelo deserto, cercou de cuidados e carinhos possa ater feito o mal aos seus  olhos, prostrando-se diante de outros deuses.
A grande verdade é que o Povo hoje eleito, eu e você, não somos nada diferentes, o que muda, mas que não justifica, é que a idolatria vai se tornado cada vez mais comum aos olhos humanos; a alma vai se tornando como que calejada a tudo que ofende a Deus.
Existem inúmeras formas de idolatria, e se disfarçam de vários modos, hoje não as chamamos de "baal", mas sim "pecados capitais", estes são os mais comuns e conduzem a tantos outros; são sete: avareza, gula, luxúria, ira, preguiça, soberba, inveja. Todos nós temos um destes que nos domina, basta parar um pouco, analisar a nossa consciência e veremos.
O desespero não é a solução. Assim como o Senhor suscitou juízes que libertaram Israel da escravidão espiritual também hoje Ele nos concede meios de libertação.
A cada vício corresponde uma virtude, assim se nos concentramos na prática do bem, a graça nos fortalecerá realizando em nós o projeto de Deus. Mas como nos concentrar na virtude para cultivá-la em nós, derrotando o pecado?
Dentre os meios que Deus nos concede dois são essenciais:
1ª VIDA DE SACRAMENTAL- Aprendemos na catequese que Jesus instituiu sete sacramentos; e muitas vezes essa informação fica nas portas do centro catequético. Não foi em vão que Ele deixou os sacramentos, eles são caminhos para o Céu, conferem a graça e alimentam a vida de Cristo em nós. Todos são importantes, mas dois deles são essenciais em nossa vida cotidiana, a penitência e a Eucaristia. Por um nos reconciliamos e nos aproximamos d e Cristo, nutrindo o amor e a graça e pelo outro o próprio Cristo, nosso Amigo, nos vem, faz morada em nós.
2º ORAÇÃO- A oração nada mais é que encontro, um encontro com Aquele que devemos amar, mais que tudo!
Não tenhamos medo de ser santos!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

9º Dia: Madre Ana Oblata do Menino Jesus.

 “Logo me irei deste mundo. Pedi a Jesus que tenha piedade da minha alma.”
         Alma inteiramente consagrada a Deus, a Madre Ana levou a sua oblação até o fim. Aquilo que ela aprendia pela contemplação estando aos pés do Senhor seja com os olhos na Gruta de Belém, seja aproximando-se do Coração Chagado, ela o praticava em cada pequeno ato e porque foi fiel no pouco, nos pequenos detalhes da vida quotidiana o Senhor lhe concedeu o muito “no seu rosto, ficava uma expressão de sorriso, fruto de uma certeza: entrar na plenitude da Riqueza, prometida a quem ‘perde a sua própria vida por causa do reino’ (Mt 16, 25). Eis o modo supremo de realizarmos a nossa oblação: “perder a própria vida” e disso toda a vida da Fundadora é expressão. “Ó meu caro Jesus, quanto me seria agradável e gaudioso dar por vós o sangue e a vida... mas como não me chamastes a países infiéis para ganhar a palma do martírio, a substituirei com as boas obras: com a humildade, com a pureza, com a paciência , com a caridade, com todas as virtudes.”
“As ‘convittrici’ devem ser luz do mundo e sal da terra, conhecer e fazer-se conhecer com a alma destacada de todos os interesses e fins mundanos, dedicadas unicamente à glória de Deus e ao benefício espiritual das almas reunidas pelo Sangue preciosíssimo de Jesus. Não devem estar imersas continuamente nos afazeres e ocupações mundanas, mas não devem também repousar-se sempre numa ininterrupta meditação... DCE 175)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

8º Dia: Amor que transborda e contagia

 “Uma maravilhosa harmonia reinava entre elas, e cada
uma cumpria o seu dever na obediência e no respeito à Madre, que por sua parte, precedia a todas com o exemplo das suas virtudes e as estimulava e acompanhava com os seus amorosos conselhos.”
“O amor que elas tinham para com Jesus suscitava o grade desejo de trabalhar no mundo pra que Ele fosse amado pelos homens. E considerando a aniquilação que o Filho de Deus sofreu, de Belém até o Calvário, para a salvação das almas, sentiam-se fortemente estimuladas a se darem a si mesmas, totalmente, pra cooperar com Ele na obra da salvação, dedicando-se ao apostolado.”
Mais de 340 anos depois, o Senhor ainda suscita almas que empolgadas pelo mesmo ideal, se deixam contagiar pelo carisma doado pelo Santo Espírito à Madre Ana, buscando a santidade e nutrindo no coração o desejo de um dia “ser cheias de bons desejos, adiantadas na vida espiritual, desprendidas das vaidades deste mundo, exercitadas na virtude, prontas na obediência, aplicadas, de coração à oração mental, à mortificação, ao recolhimento e ao silêncio desejosas e anelantes da Perfeição Evangélica.” (Pe. Júlio Natalini)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

7º Dia: Aceitação da Cruz


“A virtude não se improvisa, qualquer pessoa que queira seguir a Deus e cumprir as obras de bem, pode chegar à plena realização e gloria, somente após ter subido até a sumidade do Calvário, à semelhança de Cristo.”
         A Madre Ana colocou sempre a sua vida nas mãos do Senhor e a aceitação da cruz era a expressão de sua total confiança, porque sabia que não estava sozinha e era capaz de descobrir assim o valor do sofrimento: “abandonava-se totalmente em Jesus, crucificado, aceitando e oferecendo a Ele, com amor sempre maior, tudo aquilo que a fazia sofrer, na certeza de que isso realizaria a sua purificação espiritual e a sua santificação.”
         O sofrimento em sua vida foi sempre motivo de santificação e entrega, de desprendimento da terra e elevação do seu coração ao amor de Deus “tudo que me está acontecendo é Vossa permissão, Senhor, e sem dúvida, para o meu bem...” (Madre Ana) “Os numerosos sofrimentos tinha suavizado o seu caráter, e as muitas contrariedades a tinham desprendido sempre mais da terra, elevando-a par o eterno.”
         “Tinha aprendido a não confiar muito nos homens, mas a colocar somente em Deus toda a sua confiança” porque “a Cruz não faz vitimas, faz SANTOS!”

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

6º Dia: Contemplação do mistério de Belém


Ana nutria, desde menina, uma grade e excepcional ternura para com o Menino Jesus. Nele entrevia o símbolo de um ideal incomparável, de ingenuidade e de inocência, que se esforçava por imitar.”
São João lançou um “olhar de águia” sobre toda a vida de Cristo, vendo em cada detalhe o infinito amor do Senhor, de tal modo que não se cansava de proclamar que “Deus é amor.” Os fundadores por inspiração do Santo Espírito, o Amor de Deus, lançaram este “olhar de águia” sobre pontos específicos da vida de Cristo. A Madre Ana deixou-se conquistar pelo Menino Jesus fazendo-O Objeto do seu amor.
As Irmãs Oblatas do Menino Jesus “adorando o Filho de Deus que quis nascer de uma mulher, contemplando o seu amor infinito no semblante de um ‘Menino envolto em faixas e deitado numa manjedoura’, escutam seu convite para se tornarem mansas e humildes de coração, e imitam a sua submissão e laboriosidade na Sagrada Família.” (Const. 6, 2)
A Madre Ana sabia que a fé verdadeira se prova nas obras e por isso o amor que cultivava pelo Menino Jesus se tornava sempre mais vivo em seu coração virginal e tomava forma e substancia nas obras de apostolado. Buscava que Cristo fosse conhecido e amado, reconhecendo-O no semblante de cada irmão o seguia de Belém ao Calvário

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Eles também foram chamados!

O Povo do Senhor

Quando o Altíssimo dividia os povos e dispersava os filhos dos homens, fixou limites aos povos, segundo o número dos filhos de Deus. Entretanto, a parte do Senhor foi o seu povo [...], foi num deserto que o Senhor achou seu povo e cercou-o de cuidados e carinhos [...] (Dt 32)
O Senhor encontrou o seu povo na dor e na solidão, no DESERTO. Quando se pensa em deserto, pensa-se em vazio, em abandono e morte, e é justamente isso que ele representa na Sagrada Escritura e  em tantos escritos de santos e autores cristãos; mas o deserto é além de tudo o lugar do encontro. Dizia alguém que uma pessoa inteiramente sua é aquela que antes é inteiramente de Deus e isso só pode acontecer no deserto, lá onde o esvaziamento de si leva à busca e entrega total Àquele que pode cercar a pessoa com cuidados e carinhos e mesmo no deserto guardá-la como à pupila dos olhos.
Por quarenta anos o Povo de Deus caminhou pelo deserto, entre fidelidades e infidelidades, foi no deserto que o Senhor lhes educou em seu caminho, manifestou o seu poder e predileção.
Também a nós Deus concede caminhar pelo deserto. Como?
O deserto não é somente um lugar físico, pode representar também um estado da alma, Deus conduz-nos ao deserto quando quer nos falar ao coração. Pense em sua vida, nas suas experiências de Deus e verá que, em muitos momentos Ele te conduziu ao deserto. Claro que Ele jamais nos força a nada, então, muitas vezes também, deixamos de ouvir seus apelos por nossa dureza de coração.
Quem caminha ou já caminhou pelo deserto sabe que "a alegria do deserto é a certeza do oásis", sim, Ele não permitirá que caminhemos pelo deserto só por caminhar, sempre nos dará a alegria do oásis; assim como concedeu, inúmeras vezes, ao Povo Eleito.
Aquele que elegeu e consagrou Israel, também te elegeu e consagra, aceite caminhar com Ele pelo deserto e verá o mar aberto, a água da pedra jorrar, o maná a cair do céu... verá a sua glória!

5º Dia: Vivência dos votos

Os votos são expressão da total liberdade. O Senhor que elege, separa e chama, cobre a cada uma com as insígnias de esposa sua, dando a graça de tê-Lo como único amor, para n’Ele amar a todos , como único tesouro e Senhor . Assim a Madre Ana tinha entregado o Seu coração ao Senhor, e antes mesmo de fundar a Congregação já tinha feito, com a permissão do Pe. Cósimo, os votos de Castidade, Pobreza e Obediência.
“Meu Deus depois que me circundastes com tantas finezas de amor, como poderia procurar as coisas da terra! Vós sois o meu Bem... Vós sois para mim Honra, Riqueza e motivo de satisfação profunda.” O seu coração estava inteiramente consagrado ao Senhor de modo que sua consciência delicada era capaz de perceber a menor sombra de ameaça à sua consagração. Levava uma “vida de contínua tendência à santidade. Por causa desse amor para o qual convergia todo o seu ser, ela guardou sempre intacta a sua virgindade... porque ela enfrentava e dominava, com as armas da oração, dos Sacramentos e da mortificação e penitência” todas as ciladas e insídias do mal. “O seu coração era desprendido das coisas da terra” e não admitia que a obediência fosse esquecida.
“conceda-vos o Senhor grande fidelidade... como convém a almas empolgadas pelo ideal da beleza espiritual e irradiando da vossa santa convivência o bom odor de Cristo, não como escravas sob o julgo da lei, mas como mulheres livres sob o influxo da graça.” (Reg.48) 

domingo, 1 de fevereiro de 2015

4º Dia: Devoção a São José

“Ajoelhou-se e, com os olhos cheios de lágrimas, invocou intensamente a proteção de São José, numa oração profunda e confiante, em que pediu ser libertada daquela angustia, ou, senão, obter mais força para aceitá-la.
O Santo do silêncio, talvez esta seja a melhor forma de descrever São José, e este homem em seu absoluto silêncio tanto nos tem a ensinar, porque o amor não precisa fazer barulho para fazer-se notar, assim vemos na vida da Madre Ana, como São José em seu silêncio a conduzia à vontade de Deus. “Aquela oração sincera de um coração aflito e cheio de confiança, foi logo atendida...” E não poderia ser diferente quando se tratando daquele que foi considerado digno de ter a Santíssima Virgem por esposa sendo-lhe guardião e o Menino Jesus por filho, para proteger e educar.