sábado, 31 de janeiro de 2015

3º Dia: Devoção à Virgem Maria

 “O fato de que Nosso Senhor não esteja em tantos corações, deve-se a que a Virgem Imaculada não seja suficientemente amada e conhecida.” (São Luiz Maria)
         Maria é, sem dúvida, o caminho mais curto para se chegar a Deus. Foi por meio Dela que Ele quis chegar até nós e não será sem Ela que Ele nos levará a si! Ana “ainda no colo da mãe, aprendeu a amar muito Nossa Senhora” “com incessante confiança e terno afeto elevava continuamente os olhos a Maria e a contemplava como modelo de todas as virtudes.” (Const. 16, 3)
         A devoção à Santíssima Virgem nos leva a contemplar os mistérios da vida de Cristo com o seu mesmo olhar, como ela, a Virgem Santa, os contemplava deste modo a Madre Ana contemplava a gruta de Belém e sabendo que não podia ser mãe do Menino que amava, desejava ao menos ser-lhe a nutriz e segui-Lo até o Calvário porque Maria foi, “Mãe do belo amor, de Belém até ao Calvário... Maria experimentou, ao longo de toda a sua vida, os valores que são os da consagração religiosa.”
Jamais se ouviu dizer que um filho de Maria tenha sido por ela desamparado, esta terna Mãe não cessa de nos favorecer, a Madre Ana movida pela gratidão e pelo profundo amor, “gostava de visitar as igrejas dedicadas a Nossa Senhora... abrias o Seu coração à Mãe Celeste, apresentava-lhe as suas aspirações e desejos e desabafava com Ela as aflições do coração, recebendo sempre luz, conforto e coragem para enfrentar tudo e continuar.”
“Não temas receber Maria!”
  

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

2º Dia: Perseverança na oração

“Apesar das muitas ocupações e fadigas que o seu trabalho comportava Ana com a sua surpreendente capacidade organizativa, sabia encontrar tempo para cultivar o seu espírito, na oração e na contemplação...”
A oração é a alma de todo apostolado fecundo, porque é o amor que se cultiva aos pés do Senhor que é semeado nos corações daqueles que trazem em si os traços da imagem e semelhança do Senhor, que chamou os Apóstolos para que estivessem com Ele e depois os enviou para anunciar. Com a Madre Ana não podia ter sido diferente. A oração foi nos momentos mais importantes e decisivos de sua vida o seu firme apoio, “em verdade Ana fazia tudo para Deus e para sua glória...”
“Aquilo que havemos de tirar da oração hão de ser os afetos e desejos santos que se formam primeiro interiormente no coração para que depois a seu tempo saiam em obras.” Isso faz com que a oração não seja um momento isolado durante o dia, mas que seja contínua.
A Madre Ana aprendeu a ver em tudo a vontade do Senhor, “a oração era o meio que a conduzia ao encontro pessoal com Jesus...” por quem nutria um grande amor, Ele “era o seu Esposo, ela o amava com todo o seu coração, não admitindo nenhum outro afeto.” Como pode a esposa não dedicar tempo ao Esposo?!
Nós “consagradas mais intimamente a Deus por meio dos Conselhos Evangélicos... aprendamos na oração, a exercer o culto espiritual... de modo a nos tornarmos, nós mesmas, sacrifícios espirituais sempre mais agradáveis a Deus no qual buscamos toda a alegria de coração.” (Const. 71, 3)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Reze conosco!


Novena em honra à Madre Ana 1º Dia: Madre Ana modelo de virtudes

Oração inicial (para todos os dias): Santíssima Trindade, Pai
filho e Espírito santo que vos comprazeis em exaltar também aqui na terra aquele que com humildade de coração e generosidade de espírito serviram a vossa glória confirmando suas virtudes com milagres, eu Vos peço glorificar a Vossa serva Ana Moroni, concedendo-me a graça que instantemente Vos peço com o coração nos lábios.

“Criatura maravilhosa, cinzelada obra prima da graça e da natureza, pela sua grade humildade, quis ficar sempre escondida durante a vida e até depois da sua morte. Ela procurou, na vida não fazer barulho, mas fazer o bem, numa atitude de humildade evangélica e de serviço.”
Compreendendo o sentido profundo do batismo que é o chamado à santidade, a Madre Ana durante a sua vida procurou crescer em virtude a fim de alcançar a coroa da glória e poder cantar o canto dos eleitos, mas isso não sem a plena consciência de que “era pecadora, portanto, estava sempre em atitude de conversão e de questionamento espiritual.”
“O mistério de Belém e de Nazaré é aquele do humilde escondimento do Senhor.” (const. 13, 1) O Amor é silencioso e a Madre Ana entendeu e viveu este silêncio fecundo e não só o viveu como o ensinou e continua a mantê-lo vivo na Congregação, certamente não por si mas pela força do mesmo Espírito que nela agia.
Somos chamadas a imitar este sublime exemplo de virtude porque “uma filha não pode agradar tanto à sua Madre, quanto imitado as suas virtudes...” (Pe. Cósimo) Faremos isso não buscando grades coisa porque "sabemos de não ter sido chamadas a cumprir as grades obras, mas aquelas mais comuns e de pouco valor porque toda obra é grade não por si mesma, e sim pala presença do Senhor que lhe confere valor infinito.” (Const. 13, 4)