quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

7º Dia: Aceitação da Cruz


“A virtude não se improvisa, qualquer pessoa que queira seguir a Deus e cumprir as obras de bem, pode chegar à plena realização e gloria, somente após ter subido até a sumidade do Calvário, à semelhança de Cristo.”
         A Madre Ana colocou sempre a sua vida nas mãos do Senhor e a aceitação da cruz era a expressão de sua total confiança, porque sabia que não estava sozinha e era capaz de descobrir assim o valor do sofrimento: “abandonava-se totalmente em Jesus, crucificado, aceitando e oferecendo a Ele, com amor sempre maior, tudo aquilo que a fazia sofrer, na certeza de que isso realizaria a sua purificação espiritual e a sua santificação.”
         O sofrimento em sua vida foi sempre motivo de santificação e entrega, de desprendimento da terra e elevação do seu coração ao amor de Deus “tudo que me está acontecendo é Vossa permissão, Senhor, e sem dúvida, para o meu bem...” (Madre Ana) “Os numerosos sofrimentos tinha suavizado o seu caráter, e as muitas contrariedades a tinham desprendido sempre mais da terra, elevando-a par o eterno.”
         “Tinha aprendido a não confiar muito nos homens, mas a colocar somente em Deus toda a sua confiança” porque “a Cruz não faz vitimas, faz SANTOS!”

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