quarta-feira, 10 de setembro de 2014


"O Verbo se fez carne." Jo 1,14

    Jesus recém-nascido, não fala mas é a Palavra eterna do Pai. Já se disse que o presépio é uma cátedra. Nós deveríamos hoje entender as lições que Jesus nos dá já desde menino, desde recém-nascido,desde que seus olhos se abriram para a terra dos homens.
   A fé da Virgem Maria era a mais perfeita do que a de qualquer outra pessoa que tenha existido antes ou depois dela. E todos os seus gestos hão de ser expressão da sua fé e da sua ternura. Beijaria sem dúvida os pés do Menino Jesus porque era o seu Senhor; Beijaria o seu rosto, porque era o seu filho. Ficaria muito tempo contemplando-o quietamente. Depois, passaria o Menino aos braços de José, que sabia muito bem que se tratava do Filho de Deus, de quem deveria cuidar, a quem deveria proteger e ensinar um ofício. Toda a vida de José estaria centrada nesta Criança indefesa.
    Quando nos aproximamos hoje do Menino Deus para beija-lo, quando o contemplamos no presépio meditamos este grande mistério, agradecemos a Deus o seu desejo de descer até nós para se fazer entender e amar.
     Na encarnação, o Filho de Deus se apresentou na condição de uma débil e frágil criança, embora tivesse podido manifestar-se de outra forma, preferiu a debilidade de uma criança, como se necessitasse de proteção e amor. Deus quis que nós, imitando o seu Filho, nos comportássemos como aquilo que somos: filhos de Deus, e que o sejamos na realidade.
     
Oração
Ó Verbo eterno, meu Salvador, que eu não ponha
 nunca obstáculo a tua obra, que a minha alma
 se abra à invasão do teu infinito 
amor misericordioso, 
que tu possas totalmente 
cumprir em mim a tua 
obra de Salvação 
e Santificação. Amém.

Menino Jesus, abençoai-nos.

          

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