domingo, 20 de fevereiro de 2011

“Dá-nos o teu Santo Espírito, para que façamos da catequese, caminho para o discipulado”

Aqui temos algo importante para que a catequese seja autêntica e cumpra a sua missão.
O Espírito é quem deve guiar os passos e mover os corações a uma experiência do amor de Cristo que leva ao agir. “Ainda que eu falasse línguas; as dos anjos e as dos homens, se eu não tivesse o amor de nada adiantaria.” (I Cor. 13,1)
Estamos já nos preparando para iniciar nossas atividades catequéticas, as crianças e jovens, procuram suas Paróquias para as inscrições, e os catequistas começam a fazer formações e retiros para se prepararem para a missão à qual são chamados.
Mais do que as palavras, são importantes as atitudes do catequista, que as crianças e jovens olham com o anseio de ver pelo menos um reflexo de Cristo, mas isso não significa que o catequista possa falar o que quiser. Suas palavras devem estar coerentes com a doutrina e ao mesmo tempo devem ser expressão de algo que já tentam vivenciar. Claro que ninguém é perfeito, mas lembremo-nos que “é precisamente na fraqueza que a força de Deus revela todo o seu poder.” (II Cor. 12, 9b) Por isso é de suma importância a vivencia dos sacramentos, de modo especial, a Eucaristia e a Penitência, que são força para caminhada, neles reconhecemos a nossa debilidade e encontramos na “FORÇA”de Deus o seu poder (Amor) maravilhoso!
Mas... Não só os catequistas devem se preparar. Os catequizandos devem estar dispostos a acolher “o que o Senhor irá falar”, não buscando só “diploma”, mas o amor de Deus por nós, um conhecimento maior do que é a nossa fé e uma comunhão com a Igreja que é Santa e pecadora.
Se assim agirmos, catequistas e catequizandos, teremos um santo ano catequético!

Ó Mãe Imaculada, olhai pelos teus filhos que desejam chegar ao Filho!
Que Deus nos abençoe!!!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Madre Ana

Que alegria! No dia 08 de fevereiro comemoraremos o dia da Madre Ana, queremos que a nossa alegria seja também da Igreja.
 Ana Moroni
 “ uma mulher que soube confiar...”


Ana nasceu em Roma no dia 06 de março de 1613, sua família era de grade fé e assim foi muito bem educada.
Certa vez um de seus irmãos chamou-lhe a atenção por desvio de conduta. Para amedrontá-la falou do inferno. Ana responde com convicção que para ela o inferno não significava nada.
Preocupado, o irmão lhe dá uma catequese explicando-lhe a seriedade de suas palavras. A menina fida impressionada corrige-se e na oração encontrará força para controlar o seu caráter. Ana tinha então cinco anos e já vemos o seu forte caráter e ao mesmo tempo a firmeza de suas decisões.
Ana viveu a sua infância, protegida na modesta casa de seus pais, amada e mimada pelos irmãos.
Ana era uma menina bela e inteligente. Aos 10 anos seu tio a colocou no
Conservatório para que pudesse explorar melhor as suas qualidades. Ana logo conquistou a amizade de todos por sua bondade e delicadeza.
Ana passou dez anos no Conservatório. Entra menina e sai mulher. A natureza lhe presenteou uma beleza e uma elegância ímpar a ponto de chamar a atenção involuntariamente. Mas estas qualidades lhe causaram muitos problemas.
Não sabemos quando, mas improvisamente, a vida desta jovem muda. Morre a superiora do Conservatório, em seguida seu tio é transferido, morrem também seus pais e resta-lhe somente um irmão que mora na Espanha e como se não bastasse, Ana é obrigada a sair do Conservatório de forma muito dolorosa e se habituar a  trabalhar em casas de família, coisa que nunca tinha feito antes e que lhe causaram grandes problemas devido a sua beleza e elegância.
Depois de muito sofrer nas diversas casas que passou, Ana finalmente encontra um lugar em que apesar de também sofrer por um tempo, será o último e onde encontrará estabilidade e uma amiga, a Marquesa Ana Serlupi.
Foi lá também que Ana começa a sentir o peso das doenças.
Como boa cristã Ana sempre procurou o auxilio da direção espiritual, e assim conheceu o Pe. Cósimo Berlinsani, um religioso que guiou muito bem esta alma e a conduziu a um mais alto grau de santidade.
Ana reuniu em torno de si, jovens que desejavam viver como ela, e com elas catequizava e preparava jovens seja para a recepção dos sacramentos, sobretudo da Eucaristia, seja para uma vida matrimonial ou também para a vida religiosa.
Em 1671 encontramos o Pe. Cósimo e Ana trabalhando juntos para uma nova missão, a fundação da Congregação das Irmãs Oblatas do Menino Jesus.
Depois de muito trabalho, oração e preparação no dia 02 de julho de 1672, a Madre Ana com outras 12 jovens fazem a promessa de praticar os Conselhos Evangélicos e o voto de perseverança na Congregação até a morte.
A Madre Ana cumpriu fielmente a sua promessa e seu voto.
Na manhã do dia 08 de fevereiro de 1675, assistida pelo Pe. Cósimo e por suas filhas, Madre Ana, fixando repetidamente os olhos no céu, como em doce sono, exala o seu último suspiro, uma morte tranqüila, doce e abençoada.
Tinha 62 anos. Um instante diante da eternidade.

Ó Madre caríssima e nossa Fundadora, protege do Céu  o teu Instituto i abençoa a nós,tuas filhas, que te amamos e queremos viver, com o teu mesmo ardor entusiasmo e doação, o Carisma que tu recebeste do Espírito Santo, para “a glória de Deus e a salvação das almas.”

sábado, 5 de fevereiro de 2011

"A minha alma engrandece o Senhor e se alegrou o meu espírito em Deus meu Salvador" (Lc. 1, 46-47)

            Que poderia fazer neste momento senão cantar as maravilhas de Deus, que me escolheu antes mesmo do meu nascimento? "Antes que te formasses no seio materno eu te conhecia, antes do teu nascimento já te havia consagrado". (Jr. 1,5)
           É assim que acontece em cada vida. Deus não deixa faltar a ninguém as graças necessárias para que sejamos capazes de chegar até Ele. Hoje dou graças a Deus que fez da minha vida até aqui um constante alvo de suas maravilhas e como Maria também quero cantar as maravilhas do Senhor em minha vida.
           "A minha alma engrandece ao Senhor"... Por todas as pessoas que Ele colocou em minha vida e que sendo luzes deixaram em mim marcas de eternidade, a começar pelos meus pais que foram colaboradores de Deus e me trouxeram à vida, pelos meus irmãos que foram os melhores amigos e por todos aqueles que exerceram tão bem a função de educadores, Catequistas e sobretudo de amigos.
          "A minha alma engrandece ao Senhor"... Por ter colocado em meu coração um profundo amor à Virgem Imaculada, minha amada Princesa a quem confiei e confio a minha vocação e ela não deixa de apresentá-la ao meu Divino Esposo.
           A ti Senhora Amada, devo minha eterna gratidão e amor, pois me trazes pela mão e sou prova viva de que não há pecador que recorrendo a ti, seja desamparado,pois por mais dificil que seja a luta estás semrpe com as mãos estendidas. Obrigada, querida Mãe, contigo eu não tenho medo!
          Hoje, tendo mais de 20 dias de Consagração, coloco-me, novamente nas mãos da Imaculada a chama da minha vocação para que ela  a apresente ao meu Esposo Amado, Ele que é o meu único amor, meu único tesouro e meu único Senhor!
Ir. Maria Elisângela,OMJ