quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tríduo em preparação ao aniversário da Congregação.


Menino Jesus da Casa de Formação - DF
 3º Dia do Tríduo 
Maternidade Espiritual das Irmãs Oblatasdo Menino Jesus


“A Madre Ana Moroni continuamente aprendia a humildade na veneração e contemplação do Pequenino de Belém, seu Senhor, e dele desejava ardentemente ser e permanecer a “Nutriz”, à imitação de Maria Santísima” (Const. Art. 2 nº 2).
Conduzida pelo Espírito Santo a viver e a conformar-se com o Mistério da Encarnação, manifestou o desejo de ser a nutriz espiritual do Menino Jesus, isto é, de rezar e trabalhar para que o Menino Jesus pudesse nascer e crescer nos corações dos homens, especialmente, dos mais indefesos, indicando-lhes as razões da sua Esperança (I Pt 3,15-18). Seu ardor Apostólico a fez verdadeira e autêntica "discípula missionária" do Verbo Encarnado – a sua “Nutriz” espiritual.
Foi no dia 02 de julho de 1672 que, em Roma, Ana Moroni e doze moças se consagraram a Cristo, com o propósito de O seguir e de O servir nos "pequeninos", de maneira especial mediante a catequese e a educação da juventude. A Congregação celebrando o seu 339º aniversário de fundação quer com renovado ardor missionário realizar ‘grandes coisas’ no meio dos ‘pequeninos’ e dos simples, unindo a fé e a vida, e atraindo muitas almas para Cristo. “A única finalidade das vossas fadigas seja sempre a glória de Deus e a salvação das almas” (Ana Moroni)
A Madre Ana viveu destacada das coisas deste mundo. Tinha um coração sempre fixo em Deus. Foi profundamente humilde e obediente aos seus diretores espirituais. Viveu uma pureza angélica. Foi uma mulher de mortificação, de penitência, de jejum e de incessante oração. A sua CARIDADE para com os pobres levou-a a trabalhar e a doar tudo o que possuía para suprir as necessidades dos irmãos.
A nossa espiritualidade, caracterizada pela contemplação do Menino Jesus em Belém, leva-nos a cuidar das pessoas, com o mesmo amor com que a Virgem Maria cuidou do seu Filho recém-nascido e evolveu-O em faixas e o colocou na manjedoura (cf. Lc 2, 7). A adoração do Menino Jesus motiva-nos a tornar-nos cada vez mais “mansas e humildes de coração, imitando a sua submissão e laboriosidade no seio da Sagrada Família”.
O ardente amor ao Menino Jesus deve inspirar cada instante de nossas vidas, assim como toda e qualquer ação evangelizadora no meio dos jovens.
A Irmã Oblata do Menino Jesus é chamada a unir “contemplação e a ação” como uma única vocação, porque somente da união de ambas é que brota aquela maternidade espiritual autêntica que deve orientar a ação caritativa e pedagógica para a qual nos consagramos. É a oração que dá fecundidade ao apostolado.
Fiéis ao nosso Carisma, queremos enfrentar os novos desafios da educação e da evangelização, privilegiando, segundo a especificidade da nossa missão, A CATEQUESE E A PASTORAL JUVENIL.
Consagrar-se à educação da infância e da juventude constitui uma prioridade apostólica a que a Igreja jamais renunciou e nunca renunciará. É neste complicado âmbito pastoral que se manifesta um aspecto essencial do mandato de Cristo aos Apóstolos: "Ide, pois, e ensinai todas as nações..." (Mt 28, 20).
“Com a Conferência de Aparecida podemos afirmar que, sem o impulso da CATEQUESE em todas as instâncias da ação evangelizadora, não há como formar os discípulos missionários que o mundo de hoje precisa” (Texto Base).
Desejamos ardentemente que, ao celebrar mais um aniversário da Congregação seja uma ocasião para louvar mais solenemente o Senhor e agradecê-Lo pelo grande dom da vida religiosa e de todas as maravilhas que realizou em nós; para repensar e renovar a oferta da nossa vida a este Deus feito Menino, a fim de que Ele possa ser sempre mais o centro da nossa vida, nosso verdadeiro e único Bem; para ter uma mais viva consciência da nossa insubstituível missão na Igreja e no mundo: a vida consagrada «imita mais de perto, e pérpetuamente representa na Igreja a forma de vida que Jesus, supremo consagrado e missionário do Pai para o seu Reino, abraçou e propôs aos discípulos que O seguiam”. (VC n.22).
Oração:
"Caríssimas Religiosas, o amor ardente ao Menino Jesus inspire cada um dos instantes da vossa vida, assim como o exercício do vosso apostolado no meio dos jovens. Oxalá sintais a contemplação e a acção como uma única vocação, porque somente da união de ambas é que brota aquela maternidade espiritual autêntica que deve orientar a acção caritativa e pedagógica para a qual vos consagrastes.
Sustente-vos uma intensa e confiante devoção a Maria Santíssima, assim como ao seu esposo São José, aos quais o Pai celestial confiou o cuidado do seu Filho unigénito que se fez homem. É com afecto que vos renovo a expressão da minha estima e do meu reconhecimento, enquanto rezo por cada uma de vós e por todo o vosso Instituto que, nas suas múltiplas actividades e nas suas suas perspectivas futuras, pretende viver, juntamente com os colaboradores leigos, o testamento da Madre fundadora: "a união e a concórdia".
Deus vos ajude a conservar e incrementar esta herança preciosa, para o bem de todos. Com estes bons votos, abençoo-vos a todos do íntimo do meu coração."
(Papa João Paulo II, por ocasião dos 330 anos de fundação)







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