segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Madre Ana

Que alegria! No dia 08 de fevereiro comemoraremos o dia da Madre Ana, queremos que a nossa alegria seja também da Igreja.
 Ana Moroni
 “ uma mulher que soube confiar...”


Ana nasceu em Roma no dia 06 de março de 1613, sua família era de grade fé e assim foi muito bem educada.
Certa vez um de seus irmãos chamou-lhe a atenção por desvio de conduta. Para amedrontá-la falou do inferno. Ana responde com convicção que para ela o inferno não significava nada.
Preocupado, o irmão lhe dá uma catequese explicando-lhe a seriedade de suas palavras. A menina fida impressionada corrige-se e na oração encontrará força para controlar o seu caráter. Ana tinha então cinco anos e já vemos o seu forte caráter e ao mesmo tempo a firmeza de suas decisões.
Ana viveu a sua infância, protegida na modesta casa de seus pais, amada e mimada pelos irmãos.
Ana era uma menina bela e inteligente. Aos 10 anos seu tio a colocou no
Conservatório para que pudesse explorar melhor as suas qualidades. Ana logo conquistou a amizade de todos por sua bondade e delicadeza.
Ana passou dez anos no Conservatório. Entra menina e sai mulher. A natureza lhe presenteou uma beleza e uma elegância ímpar a ponto de chamar a atenção involuntariamente. Mas estas qualidades lhe causaram muitos problemas.
Não sabemos quando, mas improvisamente, a vida desta jovem muda. Morre a superiora do Conservatório, em seguida seu tio é transferido, morrem também seus pais e resta-lhe somente um irmão que mora na Espanha e como se não bastasse, Ana é obrigada a sair do Conservatório de forma muito dolorosa e se habituar a  trabalhar em casas de família, coisa que nunca tinha feito antes e que lhe causaram grandes problemas devido a sua beleza e elegância.
Depois de muito sofrer nas diversas casas que passou, Ana finalmente encontra um lugar em que apesar de também sofrer por um tempo, será o último e onde encontrará estabilidade e uma amiga, a Marquesa Ana Serlupi.
Foi lá também que Ana começa a sentir o peso das doenças.
Como boa cristã Ana sempre procurou o auxilio da direção espiritual, e assim conheceu o Pe. Cósimo Berlinsani, um religioso que guiou muito bem esta alma e a conduziu a um mais alto grau de santidade.
Ana reuniu em torno de si, jovens que desejavam viver como ela, e com elas catequizava e preparava jovens seja para a recepção dos sacramentos, sobretudo da Eucaristia, seja para uma vida matrimonial ou também para a vida religiosa.
Em 1671 encontramos o Pe. Cósimo e Ana trabalhando juntos para uma nova missão, a fundação da Congregação das Irmãs Oblatas do Menino Jesus.
Depois de muito trabalho, oração e preparação no dia 02 de julho de 1672, a Madre Ana com outras 12 jovens fazem a promessa de praticar os Conselhos Evangélicos e o voto de perseverança na Congregação até a morte.
A Madre Ana cumpriu fielmente a sua promessa e seu voto.
Na manhã do dia 08 de fevereiro de 1675, assistida pelo Pe. Cósimo e por suas filhas, Madre Ana, fixando repetidamente os olhos no céu, como em doce sono, exala o seu último suspiro, uma morte tranqüila, doce e abençoada.
Tinha 62 anos. Um instante diante da eternidade.

Ó Madre caríssima e nossa Fundadora, protege do Céu  o teu Instituto i abençoa a nós,tuas filhas, que te amamos e queremos viver, com o teu mesmo ardor entusiasmo e doação, o Carisma que tu recebeste do Espírito Santo, para “a glória de Deus e a salvação das almas.”

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